domingo, 25 de fevereiro de 2007

O Precipício

Este conto foi a reflexão que tivemos no Grupo de Jovens esta semana.
Acho que é uma boa reflexão para o principio da Quaresma, que neste tempo e em todo o sempre levemos as nossas pequenas cruzes, sim pequenas aos olhos da verdadeira Cruz de Cristo, com alegria e não desanimo, com confiança na Graça do Criador, como nos recorda o conto Pegadas na Areia, o Senhor nos momentos dificies leva nos sempre ao colo.


O Precipício

Um homem sempre descontente consigo e com os outros resmungava com deus dizendo:
-Mas quem é que disse que cada qual deve levar a sua Cruz? Será possível que não exista um meio para a evitar? Eu estou farto dos meus pesos quotidianos.
Deus escutou-o e respondeu-lhe com um sonho.
O homem viu que a vida dos homens sobre a terra era uma interminável procissão. Cada qual caminhava lentamente com a sua cruz às costas.
Passado pouco tempo, reparou que a sua cruz era muito compridae, por isso mesmo, tinha dficuldade em caminhar.
Disse:
-Vou cortar-lhe um pedaço e assim ficará mais leve.
Sentou-se num marco de pedrae, com um machado, cortou-lhe um pedaço. Quando partiu, deu-se conta que agora podia caminhar com mais agilidade. e sem tanto cansaço chegaria à meta da procissão da humanidade.
Eis que no trajecto surge um grande precipício. Era uma larga abertura no terreno, além da qual começava a "terra da felicidade eterna". Era uma paisagem encantadora a que se via do outro lado do grande precipício.
Mas não havia pontes para atravessar. Contudo, as pessoas passavam com facilidade. E como?
É que cada qual tirava a cruz das costas, apoiava-a nas margens do precipício e depois passava por cima. As cruzes pareciam feitas à medida: coincidiam exactamente com as margens do precipício.
Todos passaram. Mas ele não. Tinha encurtado a sua cruz e agora era demasiado pequena; não chegava à outra margem.
Desesperado, pôs-se a chorar:
- Ah, se eu tivesse sabido...
Mas já era demasiado tarde e as lementações não serviam para nada.


Levar a Cruz

O conto recorda que a cruz ou o sofrimento fazem parte da nossa vida de criaturas finitas, que se encaminham para a morte física.
Os cristãos carregam a sua cruz, isto é, assumem o sofrimento numa atitude pascal. Acreditam que tendo o modo de viver de Cristo, viverão felizes para sempre.
COMO ACEITAS O SOFRIMENTO; QUANDO ELE SURGE NA TUA VIDA?

6 comentários:

Anónimo disse...

Quando pensas k ELE nao esta contigo é quando ELE te está a levar pla mão!!

"Quando tiveres uma lágrima de tristeza, parte-a ao meio, da-me metade e chorarei contigo.Quando eu tiver um sorriso de alegria dou-te inteiro só para te ver feliz!"


Bjinhos,
Amigo Cocas

JorgeSousa disse...

Foste muito feliz na escolha deste conto para a reflexão dessa sexta feira de trabalho no nosso grupo. Efectivamente, todos somos levados a desejar aliviar a nossa cruz, todavia só o Senhor sabe quanto e quando nos deve aliviar. Deus quer-nos felizes já neste mundo, porém essa felicidade também se constrói com momentos mais "pesados" para que possamos crescer espiritualmente.
Parabéns, afilhada e amiga de caminhada cristã .

O Lobo disse...

Gostei da reflexão...eu também faço parte de um grupo de jovens mas em Lisboa! Já li também este texto e parece-me que é daqueles que não devemos esquecer.

Mas sofrimento é um palavra tão dura que muitas vezes usamos sem ser totalmente verdade! A Vida é um desafio, VENCE-O - com honestidade, ética, integridade, vontade e confiança consegues.

Um abraço de alguém que também acredita

elsa nyny disse...

Olá Linda!!!

A história é linda!!!
F«Devemos pensar sempre nela!!!
Desculpa não ter aparecido, mas o tempo não estica mesmo mesmo, por mais que tentemos!
Mas trago comigo também uma surpresa...o teu cantinho está em destaque no - eu estou aki - !

Beijinhos!
:)

alealb disse...

gostei do conto.
penso que precisamos sempre nos lembrar da cruz.
ela não é carregada em vão.
na verdade, a dor tem seu lugar nos planos de Deus para nós.
nosso papel é confiar nEle para enfrentar o que vier!
beijos,
alê

elsa nyny disse...
Este comentário foi removido pelo autor.